Motociclista tem pescoço cortado por linha chilena, mas consegue escapar com vida em Teresópolis: 'Tive o reflexo de parar'
Linha chilena atinge pescoço de motociclista em Teresópolis Um motociclista teve o pescoço cortado por uma linha chilena na manhã desta quinta-feira (5), em...
Linha chilena atinge pescoço de motociclista em Teresópolis Um motociclista teve o pescoço cortado por uma linha chilena na manhã desta quinta-feira (5), em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. O comerciante Natan Peixoto estava sozinho na motocicleta quando percebeu que o fio estava baixo e atravessava a via. Ao notar o risco, ele conseguiu parar a motocicleta e retirar a linha do pescoço. Para se desvencilhar do material, precisou deitar o veículo na pista. Segundo ele, o material era uma linha chilena, de cor amarela, com cerol. O motociclista não sofreu consequências mais graves. Imagens feitas por moradores (veja acima) mostram a mobilização das pessoas nas ruas para ajudá-lo. Ao g1, ele contou que precisou agir rápido para escapar com vida. “Na hora que eu vi, o fio estava vindo baixo. Ainda tive o reflexo de parar a moto e tirar. Acabei deitando a moto na estrada para conseguir me livrar e, com as mãos, tirar a linha do meu pescoço”, contou Natan. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Homem percebeu o fio atravessando a pista, parou a motocicleta e retirou o material do pescoço. Redes sociais Natan aproveitou para alertar sobre os perigos desse tipo de linha, especialmente para quem utiliza motocicletas no dia a dia, como motoboys e trabalhadores que dependem do veículo. “Graças a Deus, não aconteceu nada pior comigo. Mas fica o alerta para que as pessoas tenham consciência de que esse tipo de linha não é brincadeira. Os motociclistas e motoboys também devem procurar instalar antenas de proteção nas motos. A gente espera que haja mais fiscalização para coibir a venda desse tipo de produto”, afirmou. A utilização e a comercialização de linhas cortantes, como cerol e linha chilena, são proibidas no estado do Rio de Janeiro. A Lei Estadual nº 7.784/2017, atualizada pela Lei nº 8.478/2019, proíbe o uso, o porte, a posse e a comercialização desses materiais. A legislação prevê penalidades para quem descumprir as regras, incluindo sanções aos estabelecimentos que comercializam os produtos.