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Operação contra o Comando Vermelho prende traficantes em Teresópolis, RJ

110ª Delegacia de Polícia de Teresópolis Divulgação Uma operação contra integrantes da facção criminosa Comando Vermelho resultou na prisão de trafica...

Operação contra o Comando Vermelho prende traficantes em Teresópolis, RJ
Operação contra o Comando Vermelho prende traficantes em Teresópolis, RJ (Foto: Reprodução)

110ª Delegacia de Polícia de Teresópolis Divulgação Uma operação contra integrantes da facção criminosa Comando Vermelho resultou na prisão de traficantes em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. A ação foi deflagrada nesta quarta-feira (13) após denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), que investiga a atuação do grupo no chamado Complexo PPR. Os mandados estão sendo cumpridos pela Polícia Civil, por meio da 110ª Delegacia de Polícia, com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MPRJ (CSI/MPRJ) e do 30º Batalhão da Polícia Militar. A ação é acompanhada pela 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Teresópolis.Até a última atualização desta reportagem, 27 denunciados foram presos. Segundo o MPRJ, foram expedidos mandados de prisão contra 46 integrantes da facção criminosa que atua nas comunidades do Perpétuo, Pimentel e Rosário, conhecidas como Complexo PPR. As ordens judiciais foram autorizadas pela 2ª Vara Criminal de Teresópolis. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Vídeos em alta no g1 De acordo com a denúncia, a atual liderança da facção teria assumido o controle da região após a transferência do antigo líder criminoso, Robson Costa, conhecido como “Cavalo”, para um presídio federal. Ainda segundo o MPRJ, o grupo possuía uma divisão hierárquica de funções e impunha uma rotina de ameaças e silêncio forçado nas comunidades. A investigação aponta que integrantes da facção aplicavam punições internas, agressões, torturas e até homicídios contra moradores, usuários de drogas e membros do próprio grupo que descumprissem ordens. O MPRJ também afirma que o tráfico de drogas ocorria de forma ostensiva em áreas próximas a escolas, praças e locais de grande circulação, com o uso recorrente de crianças e adolescentes em atividades ligadas à venda de drogas e à vigilância armada. Além disso, as investigações indicam que a facção buscava ampliar o controle econômico das comunidades por meio da exploração de atividades ilícitas paralelas, como serviços clandestinos de internet. Os denunciados respondem pelos crimes de associação para o tráfico e tráfico de drogas.

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